Para realizar o seu melhor Ironman, você primeiramente precisa de respeito

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Por: Fernando “Flecha” Alvares de Sousa

Geralmente apenas com um desempenho decepcionante o atleta começa a levar totalmente o seu plano de treinamento 110% a sério. Desde que comecei a me aventurar nessa arte de treinar atletas de endurance, observo isso ocorrendo todas as semanas. TODAS AS SEMANAS

O atleta que não estava completamente comprometido com sua dieta por exemplo (acha que por treinar várias horas por dia, não é nem preciso dieta), que por exemplo está 2-3 kgs acima do desejável, estava dando a si uma bela desvantagem. Há quem já saiu e continua saindo da piscina mais cedo em várias ocasiões, ou por causa do frio achou melhor ficar embaixo do edredom; essas sessões de treino estão perdidas. Se você olhar em torno do seu grupo de treinamento, há sempre aquele chato que faz tudo, sempre chega mais cedo em todos os treinos, faz os educativos parecerem tão legais quanto jogar videogame, obedece irritantemente as intensidades. Esses são os caras que estão no pódio com mais frequência. Se não estão agora, logo estarão. Pode apostar.

Alcançar todo seu potencial no Triathlon não é um projeto de uma temporada. Leva anos (ANOS) para desenvolver as capacidades necessárias para realizar uma prova quase perfeita. Se você não conseguir isso nos seus 3 ou 4 primeiros Ironmans, não é hora de desistir. Se você realmente tem um objetivo forte e você ainda não tiver conseguido isso, você tem que reavaliar sua abordagem.

A autópsia pós corrida é uma parte verdadeiramente valiosa de todo atleta e treinador. É muito interessante para o atleta analisar o desempenho de forma honesta e escrever um relatório pós prova. Não precisa ser postado no facebook, mas é importante que seja feito e discutido com seu treinador. Há tanta coisa que podemos aprender em uma competição. Muitas vezes o atleta tem treinado muito bem, indicando um desempenho melhor do que ele realizara no dia da prova.

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Tinha um furo no pneu

Por Henrique Soares Ebert

Furar pneus é uma coisa que vai acontecer com qualquer triatleta/ciclista. É a vida! Aceite ou vire corredor. Apenas correndo você não vai ter problemas com uma câmara de ar furada (a não ser que você use um Nike AIR MAX).

Graças a um bando de seres iluminados que gostam de jogar suas garrafas de cerveja/vodka/cachaça pela janela de carros nas ruas de Brasília, furar pneu é uma coisa que acontece (e muito) comigo.

Semana retrasada aconteceu de novo comigo. Vinha descendo a 23 (uma subidinha aqui em Brasília) quando passei por umas esmeraldas (cacos de vidro verde). Na hora já pensei: PQP!! FDP!! VTNC!!! O pior é que, na hora de sair de casa, lembrei que meu kit de reparo estava na minha mesa de cabeceira, mas não voltei para pegar para não acordar a Patroa.

Na verdade eu deixei o kit em casa por dois motivos: o primeiro porque acreditava que algum dos meus amigos levaria uma câmara reserva (a minha eu deixei com um amigo durante os treinos para o Ironman e esqueci de comprar uma nova); e o segundo, principal, porque não acreditava que o meu kit daria a conta do negócio.

Estou falando desses kits que não usam cola para pregar o remendo na câmara de ar (sei que os convencionais funcionam direitinho). Comprei para testar, mas para testar em casa. Para treino confiava mais em levar uma câmara reserva mesmo. Pois bem, aconteceu como planejei: testei  em casa mesmo. 😦

O produto no caso é o Rescue Box da Topeak. É uma caixinha de metal com uma lixa e seis remendos (ainda tem espaço para colocar um elo desmontado).

O processo de reparo é fácil. Encontre o furo, lixe a área e aplique o remendo e pressione por mais ou menos um minuto. E pronto!

Não que o negocio funcionou?!

Quando os remendos acabarem você pode comprar um refil e continuar a usar a caixinha.

Rescue Box

Rescue Box

Rescue Box Topeak

É isso o que vem dentro da caixinha – remendos e uma lixa

P.S.: as fotos são da internet, uma vez que sou um péssimo fotografo.

#VaiterCopa…

…Brasília de Triathlon! Segunda etapa!

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Por Henrique Soares Ebert

Pessoal, é o seguinte: no próximo dia 29 de junho será disputada a segunda etapa da 7ª Copa Brasília de Triathlon da MKS!

A disputa será no formato de short triatlo, ou seja, 750 metros de natação, 20km de ciclismo e mais 5km de natação.

Como na primeira etapa, a prova será disputada próximo a Ponte JK.

Maiores detalhes em www.copabrasiliadetriathlon.com.br

Fiquei sabendo que restam poucas vagas…

Eu já garanti a minha: VOU REPRESENTAR A HSS E A ACADEMIA UNIQUE FAMILY FITNESS!

Recomendo que façam o mesmo.

Teste: Restwise

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Por Henrique Soares Ebert

Outro dia (na verdade já faz uns dois meses), um amigo me perguntou se eu gostaria de testar um produto que eles estavam representando no Brasil, o Restwise.

Aceitei na hora, afinal este blog é um espaço para testar produtos e serviços ligados ao triatlo. Mas, não vou mentir! Não sabia o que poderia escrever sobre o produto. Um porque nunca fiz isso. O outro porque não tinha noção de como seria a minha avaliação.

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Esgotado

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Por Henrique Soares Ebert

Semana passada foi um alvoroço no nosso mundinho por conta das inscrições do Ironman Florianopolis 2015. Em menos de 10 minutos já não havia mais vaga. Teve muita gente que ficou de fora. Pensando em vocês caros amigos pesquisei algumas opções. Eu já vinha com a ideia deste post desde a semana do Ironman, e o grande Paulo Sérgio Costa, um dos melhores amadores do país, postou quase tudo o que eu digo aqui no Facebook dele.

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Ao infinito e….Além

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Por: Fernando Alvares de Sousa

Eu não consigo contar o número de atletas que ao longo dos anos não fizeram um Ironman no mesmo pace que os treinos sugeriram que ele fizesse. Há inúmeras razões para os seus desempenhos insatisfatórios.

Alguns simplesmente criaram um monstro chamado Ironman dentro de suas cabeças e esse monstro os deixou com as pernas e coração fracos. Que o Ironman é um monstro, disso não duvidamos mas não necessariamente ele precisa te deixar assustado, Esse monstro deve sim ser respeitado. Certa vez estava eu observando os atletas antes da largada do Ironman e percebi ao meu lado uma jovem atleta se preparando para a largada (cerca de 20min antes), e seu monitor de frequência cardíaca estava mostrando 126bpm. Enquanto isso a minha esquerda, uma atleta aparentemente mais experiente também portando um monitor de FC, constava 85bpm. Provavelmente era o primeiro Ironman da primeira atleta citada e ela estava seriamente assustada com o monstro que estava prestes a enfrentar. Ela obviamente não atingiu totalmente seu potencial nesse dia. Na verdade, ela estava prestes a terminar sua prova algumas horas depois do que planejava.

Outro acontecimento comum que causa resultados decepcionantes, é observar em demasia o que os outros atletas estão fazendo. Tirando o foco para fora do seu próprio metro quadrado não irá ajudar em nada no que está acontecendo dentro do seu metro quadrado. Existe apenas uma pessoa capaz de influenciar o seu desempenho no dia da corrida, você mesmo. Continuar lendo

Isso é chegada!

Por Henrique Soares Ebert

 

Sempre que discutimos sobre as chegadas mais emocionantes do triathlon lembramos de Bevan Docherty,  Simon Withifield,  Leandro Macedo e Alexandre Manzan,  Javier Gomez e os Irmãos Brownlee, e assim por diante.

Mas o que pouca gente lembra, ou até mesmo sabe, é que a chegada mais próxima do triathlon nos foi presenteada por mulheres!

A suíça Nicola Spirig e a sueca Lisa Norden precisaram do photofinish para decidir quem venceu.

Assistam ao vídeo clicando no link para descobrir que foi.

Boa semana!

Closest Ever Triathlon Finish – Norden & Spirig |…: http://youtu.be/eej0jERw1JY