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BSBR Triatlo

O triatlo é  mais que um esporte para nós do blog. É uma paixão. Por ele acordamos de madrugada, chegamos atrasados ao trabalho, transformamos nossos carros em armários ambulantes. Criamos até um blog!!!

Parece que essa nossa paixão é contagiosa. Ela se alastrou e chegou lá no sul. Mais precisamente em Blumenau. Lá, um sintoma novo foi percebido: camisetas!
Os caras da Runnersc começaram a confeccionar camisetas com estampas que demonstram seu amor. E eles mandam bem! Olha nesse link os modelos!
Para comemorar o encerramento do Diário de Um Homem de Ferro Cara de Pau (e celebrar meu resultado no Ironman Fortaleza). Iremos sortear uma camiseta entre vocês, caros leitores.
Para concorrer, basta ter participado de 10 Ironmans nos últimos 12 meses!! Ops… Nada disso! Esse é outro desafio…
Para participar da promoção é bem simples. É só mandar um email para 03bsbr@gmail.com com seu nome completo. Para aumentar suas chances, basta curtir @03bsbr e @runnersc no instagram e nos enviar um email informando seu perfil e nome completo.
A Sortuda ou O Sortudo poderá escolher qualquer estampa disponível no site!
Mas corra!!! A promoção começa agora e se encerra dia 01/12/14
Boa sorte!!!
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Para dar uma animada no fim da temporada

O Ironman 2014 já passou faz um pouco mais de um mês. Daqui alguns dias irá ao ar nos EUA o compacto da prova, de cerca de 1 hora.

Ele é bem legal. Mas, enquanto ele não estreia logo por lá (e cai no Youtube para que a gente possa assistir por aqui), segue o vídeo produzido pela GoPro, patrocinadora máster do Ironman World Championship 2014.

Espero que ajude a dar um gás extra para quem ainda tem provas nesse ano ou que vai fazer Pucón no início do ano que vem. 🙂

Detalhe: essas imagens são meramente ilustravas. O local é mais bonito e a prova mais difícil 🙂 🙂 🙂

Impressões do primeiro Ironman Fortaleza

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Sempre que posso tento passar minhas impressões sobre as provas que faço em um post separado dos relatos do que passei (tipo o Race Report da prova de domingo).

 Assim sendo, seguem, nas próximas linhas, o que reparei como atleta do Ironman Fortaleza. Desde já, convido aos atletas que fizeram a prova e quem mais tiver acompanhado a dar suas impressões nos comentários (o espaço para comentários fica na parte superior, perto do título do texto).

 Esta foi a primeira edição da prova na capital cearense. Por isso, de cara já sabia que não teria padrão Floripa (Floripa é uma das provas mais bem organizadas que já fiz, esse ano foi de novo). Estou dizendo isso porque a capital catarinense já sedia o evento há uma década, ou seja, o staff, as empresas contratadas pela organização, o clube, a prefeitura, já estão calejados com o evento, assim, já tem um repertório bem grande de lições aprendidas.

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MY LEG MY GEARS

Homem-com-o-martelo

Por:Fernando “Flecha” Sousa

O que eu posso falar sobre o ciclismo??? Chega a ser estranho um cara que é metido a corredor profissional (mesmo com um pace medíocre) falar sobre como é apaixonante o ciclismo. Eu não quero de maneira nenhuma acrescentar mais um texto cheio de amores ao ciclismo. Isso já está feito na forma de textos, na forma de fotos, na forma de filmes…enfim…em todas as formas. Mas mesmo com todas essas formas, transformar em palavras o quanto é maravilhoso andar de bicicleta e disputar o que seja em cima da bicicleta é (pelo menos para mim) impossível.

Digo tudo isso porque hoje assisti um vídeo (logo abaixo) e me fez pensar que não é preciso ser um Alberto Contador ou um Sebastian Kienle para se sentir poderoso em cima da magrela.Basta apenas realizar os objetivos propostos e você  se sente um campeão de uma grande volta.

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Ironman Fortaleza – Race Report

Henrique Ebert Ironman Fortaleza

Valeu pela foto pessoal da trisport magazine

O diário acabou, mas eu devo um Race Report a todos que enchi o saco nos últimos dois meses.

Competir em Fortaleza foi quase competir em casa. Digo isso pois morei na Terrinha em boa parte da minha infância. Não voltei muitas vezes para lá desde que voltei para Brasília, mas, as lembranças daquela cidade ainda estavam na minha memória.

Logo no início do pedal (ali por volta do 8km) passamos perto do parque do Cocó, que é bem perto de onde eu morava. Na hora lembrei de meu pai me levando para correr com ele. Os nomes nas placas na CE-040 eram das praias que meus pais nos levavam nos passeios de bugue nos finais de semana, Morro Branco, Prainha, Barro Preto, Aquiraz… A corrida, que passava por Iracema e Beira Mar, também trouxe boas lembranças. Espere, tem um porquê de eu estar falando isso.

Natação

Sabia que estava bem treinado para essa modalidade. Afinal, muitas vezes treinei (sofri) com o Henrique Siqueira. Então, estava tranquilo. Larguei bem e evitei contatos. Quando vi estava no primeiro grupo e pensei, essa natação vai ser fá… No meio do pensamento veio uma onda muito grande. Logo vi que não era o que pensava. O mar estava muito grande. Foi difícil de navegar. Como estava em uma esteira, por lá fiquei. Quase como um carrapato.

Da primeira para a segunda boia (da escuna para a boia) continuei com a dificuldade para me encontrar. Tentei mirar em duas torres (que durante a natação apelidei de Torres Gêmeas) para me ajudar a orientar. Ajudou, mas não muito. As ondas estavam ocupando todo meu campo de visão. A vantagem é que peguei muito jacaré.

Na última perna, as ondas nos levaram muito para a direita, em direção as pedras. Nem vi para quanto nadei, nem sabia como estava na prova. Só sei que ao final deu 57:32! Muito bom!!!

T1 3’04’’

Ciclismo.

Comecei com muito cuidado para não cair. Tinham muitas curvas fechadas com areia nelas. Adotei uma estratégia bem conservadora na bike para ter energia para correr.

Vinha no meu ritmo. Sempre que alguém passava por fingia que nem tava vendo, para não entrar na fissura de querer ir no ritmo dele/dela. Não sair como um cachorro atrás da roda do carro foi um dos meus acertos.

Não sei o que aconteceu, mas, incrivelmente, pedalei melhor do que em qualquer treino. Além disso, me senti muito confortável na posição aero. Saí dela pouquíssimas vezes, geralmente nos postos de hidratação – a cada 10km. Em um dos momentos mais difíceis do pedal olhei para o lado e vi as dunas (dava para vê-las em alguns pontos) e as lembranças dos passeios de bugue de que falei no início do treino me distraíram da dor que sentia naquele momento (não lembro direito que quilometro era, mas era na segunda volta. Estava com uma dor no pé esquerdo). Pouco tempo depois a dor cessou e voltei a me concentrar no que devia: fazer força!

Não sei se a propaganda foi maior do que o ofertado ou se minha preparação mental foi muito bem feita. Só sei que o vento (apesar de forte) não foi tão forte quanto esperava. O mesmo digo para o calor. Se bem que na bike a camisa (Orca tri top 226 com manga) que usei tenha me ajudado.

O final do ciclismo, já dentro de Fortaleza foi um pouco estressante. Muitos engarrafamentos e com o pessoal bem estressado. Na abolição tive de gritar algumas vezes para não atropelar ninguém.

Tinha uma quantidade razoável de gente assistindo a prova no meio do percurso da bike. Muito bacana.

Tempo de ciclismo? 5:13:00!! Sete minutos melhor do que planejei. Ótimo!

T2 3’41’’

Corrida

Essa foi a parte mais dura da prova. O vento me atrapalhou mais aqui do que em qualquer parte do ciclismo. Aqui também senti muito calor. Mas, ainda assim, nada do que imaginava. Eram 3 voltas de 14 km, cada uma era basicamente uma ida e volta. A ida com vento contra e a volta com ele a favor.

Boa parte da ida era um falso plano subindo, ou seja, não dava para imprimir um ritmo mais forte. Na volta, como você já tinha forçado na ida, não tinha toda essa energia para forçar, fora que o calor ficava maior.

Pra mim, essa parte da prova tinha duas partes críticas: o espigão e o Marina Park. O Espigão te “tirava” do percurso – você ia e na volta tinha que fazer o espigão. Além disso, era um local mais estreito, com uns bancos no meio. Na primeira volta não tinha muita gente e isso não foi um problema. Nas outras duas, com mais gente correndo, atrapalhou um pouco. Já o Marina Park era crítico por conta do piso, de paralelepípedo.

Corri bem e o tempo inteiro. Logo no início da corrida encontrei com a Pri (minha mulher). Ela me disse que eu estava bem na prova e isso me deu um bom ânimo. Segurei bem o passo no início da corrida para poder forçar depois. Vinha dando certo, até o retorno na peixaria (na última volta), hora que minhas bolhas estouraram. Aí ficou difícil. Essa dor não passou. Ela ficou comigo até o fim (na verdade até agora). No final da beira mar, lembrei de uma vez que meus pais me levaram para andar de bicicleta por lá (não lembro direito, mas acho era difícil eles fazerem isso), o que me deu mais um gás para o final.

Ainda passei por dois apertos nessa parte da prova. Em uma curva acertei o alambrado com o Garmin, que soltou do pulso (isso foi ruim, pois perdi minha referência). Logo depois disso, acertei o pé do alambrado ao tentar fugir dos paralelepípedos. A Rayana Lima me gritou na hora e eu quase a xinguei, tadinha. Me deu força o tempo inteiro. Ela, o Dênis Martins, a Lana, o José Roberto Brasil (grande amigo e atleta, agora com assessoria em Fortaleza). Na verdade a torcida por mim estava grande. Muito obrigado a todos! Dava para sentir toda a energia.

Tempo da maratona? 3:37:32. Foram sete minutos a mais do que planejei, só que as dores não me permitiram fazer mais força. Mas quer saber? Não me importo! Me diverti! Dei o meu melhor. Vibrei. Chorei e ri. Acabei com os monstros da minha cabeça. Voltei a ser um IRONMAN! Tudo isso em um lugar muito especial para mim.

Os treinos e a estratégia de prova que o Henrique Siqueira traçou para mim funcionaram, assim como o plano nutricional elaborado pela Diana Martincowski. Essa prova foram vocês que fizeram!

Resultado do dia: 32º geral, 3º na categoria 25-29 e vaga para Kona!!!! Uhuuuuuuu Caramba!!!

Muito obrigado a todos! De verdade!

A todos que fizeram a prova de domingo, meus parabéns!  Em especial para o Fernado Carvalho que foi um guerreiro- mesmo caindo no início da prova e tendo um pneu furado ele terminou bem a prova. Ao Bruno Santos e o Fábio Morais, que mandaram super bem no primeiro Ironman. Ao Tatá, e ao Elano que conseguiram a vaga para o Hawaii. Ao Gustavo Fleury que voou na bike e na corrida, conseguindo a segunda colocação no geral amador e 14º geral

Agora deixa eu voltar para o trabalho que vou ter uma viagem cara para fazer ano que vem heheheheheh

Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau #59 #60 Taking Charge

Felicidade!
Não tenho outra palavra para descrever como estou me sentindo! Estou feliz!
Como não estar?  Estou em Fortaleza e amanhã vou fazer uma das coisas que mais gosto no mundo: competir no Ironman!

Deixa eu voltar pro diário…

Cheguei na quinta feira a noite e fui muito bem recepcionado pela Inesinha e pelo Ricardinho!  Demos (a Pri e eu) um baita trabalho para eles. Além da carona ainda ganhamos um baita jantar com direito a Rocambole :).

Brigadao gente!

Ainda na quinta montei a bike. Tudo certo 😀

Na sexta acordei cedo e fui acordar o corpo. 20 min de corrida e 40 min de ciclismo.  Tinha que nadar, mas achei que o pneu estava furado,  então fui me adiantar.  Ainda bem que não estava :).

No fim do dia fui relaxar na praia. Na sombra e deitado. Visse (viu)? Ainda encontrei o Gustavo Fleury e sua turma! 🙂

Dormi muito bem de sexta para sábado.  Muito mesmo.

Nadei hoje no mar com o Fabio Bitcoin, Wellington Well, Reinaldo, Gustavo Guedes e Fernando 449 (que salvou minha vida ao arrumar os gels que estavam faltando).

Nadar no mar é bom demais! Você flutua muito 😀

Agora é esperar de pernas para cima a hora de levar as coisas para a transição.

Vou aproveitar esse post para encerrar a série Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau!

Foram 60 dias que compartilhei um pouco da minha rotina, que mistura trabalho,  treinos e família. Nesse período muita coisa aconteceu. Principalmente coisas boas.

Amanhã é um dia importante.  É um encerramento de um ciclo.  Um dia que vou me divertir. Que vou sofrer. Minha meta amanhã e ganhar dos monstros.

Monstros que ficam dentro da cabeça e que me seguram. Monstros que me dão insegurança.  Monstros que me impedem de ir para a frente. Amanhã vou acabar com todos eles.

Não é um dia de festa como dizem. Mas de batalhas.  Quilômetro a quilômetro.

O fim do dia sim vai ser de festa. Voltarei a cruzar a linha de chegada e sentirei aquela sensação de poder. De quem pode fazer qualquer coisa que quiser se tiver a disciplina e vontade.

Desejo uma boa prova a todos que irão largar amanhã.  Em especial ao pessoal da HSS, de Brasília e de Goiânia. 

Obrigado a todos que me acompanharam aqui. Foi uma experiência muito legal! Recebi um retorno muito maior do que esperava.  Foi muito gratificante!

Obrigado meus amigos por todas as mensagens de boa prova! Vou representar bem vocês amanhã!  S
Essa energia é muito boa!

Agradeço ao Henrique Siqueira, meu treinador! Um profissional sensacional: além do conhecimento ele tem uma sensibilidade para entender seus atletas! Fora que é um grande amigo!

Agradeço a Diana Martincowski,  minha nutricionista!  A fiz quebrar a cabeça com minhas rotinas e meus “defeitos”. E deu certo! Me sinto forte e preparado!

Obrigado Unique Family Fitness!  É uma honra poder representá-los!

Principalmente agradeço à minha família!  Minha mulher,  Priscilla, que tem de aguentar o alarme de madrugada, meus treinos longos de fim de semana e tudo mais que a privei nesses dois meses por conta dessa minha fissura.
Meus pais, que sempre me apoiaram. Em tudo.  Desde pequeno. A minha irmã,  que tá longe, mas em quem penso todos os dias.

Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau – #57 e #58

febre

Arriégua! Já é a reta final!

Essa semana final para o Ironman é uma correria. Coloca a bike para arrumar, pede um case emprestado, sai para comprar gel (e volta cheio de compras feitas, mas sem o gel).

É um pouco estressante (ainda tem o trabalho que está pegando). Para mim, que sou muito ansioso, tenho um problema a mais: febre. É impressionante como tenho febre/fico febril na semana do Ironman. Geralmente ela é na quarta (como ontem). Em maio foi no domingo da prova mesmo, o que me fez abandonar o Ironman Floripa (além do enjoo).

Já estou recuperado. Hoje de manhã corri meia hora, já que ontem não fiz nada. Não forcei. Não forcei mesmo. Era só para mandar o corpo sair do repouso.

Daqui a pouco vou para o aeroporto, chego a Fortaleza a noite. Amanhã já estarei 100%. Estou sonhando com calor e umidade fortalezenses =)

Quem quiser me acompanhar anote aí meu número: 1040!

 

 

Conto com apoio

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HSS – HENRIQUE SIQUEIRA SPORTS

DIANA MARTINCOWSKY NUTRICIONISTA