Evento teste Rio 2016

Todo mundo empolgado com o evento teste do Triatlo no Rio este domingo, certo?

Projeção das instalações para as provas do Triatlo nas Olimpíadas

Projeção das instalações para as provas do Triatlo nas Olimpíadas

Por Henrique Ebert

Mais ou menos, mais ou menos!

O grande treinador Brett Sutton explica que este evento, apesar de importante, não é um negócio bom assim para os atletas.

Claro, o evento vale muitos pontos para os atletas se classificarem para as Olimpíadas do ano que vem. Mas é só isso.

Dinheiro? Não. De acordo com Brett, a ITU e a CBTri não conseguiram levantar fundos (não conseguiram patrocinadores) para pagar a premiação.

Beleza, mas os atletas terão uma ótima exposição.Afinal, todo mundo quer ver os alguns dos melhores triatletas do mundo competindo na Cidade Maravilhosa. Claro todo mundo quer, mas não terá transmissão ao vivo pela televisão – nem Band ( que transmite provas do WTS),  nem Globo (que passa jogo da 5º divisão do campeonato candango mirim de futebol), nem Sportv (que passa a reprise do jogo da 5º divisão do campeonato candango mirim de futebol) – nem mesmo pela internet através do triatlhon live.

Como consolação, você poderá acompanhar o livetiming pelo triathlon.org/live e, provavelmente, as contas do twitter do Mundo Tri e da TriSport nos trarão belas imagens. Mas, não é esse o tipo de exposição que os patrocinadores dos atletas querem.

Risco de lesão (de assalto também), muito dinheiro gasto para vir e ficar no Brasil sem o devido retorno financeiro. Beleza, não podemos fazer tudo por dinheiro. P@#$!@! Esse é o ganha pão deles. É assim que pagam suas contas, sustentam suas famílias, guardam dinheiro para a aposentadoria.

Bem, como estou muito longe de tudo isso (a sede da ITU fica na Suíça, a da CBTri no Espirito Santo), e nossa mídia tem pouco alcance, gostaria que alguém me confirmasse ou corrigisse essas informações (que não haverá pagamento de premiação – quanto a transmissão eu sei que não haverá).

É triste ler que é difícil (nesse caso impossível) arrumar patrocinador para um evento destes, ainda mais num esporte que já levou milhares de pessoas às ruas do Rio e Niterói para ver gente como Fernanda Keller, Armando Barcellos, Carlos Dolabela, Virgílio de Castilho (isso só para falar de alguns que lembro de pronto) e num país onde as vagas para o um de seus Ironman se esgotam no mesmo dia, mesmo com os atletas tendo que pagar mais de R$3.000,00.

Sinceramente, confirmando essa informação, acho que fica evidente que a CBTri não está cumprindo aquela que deveria ser sua principal missão: promover o Triatlo no Brasil.

Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau – Número 0

choro

Sem choro, por favor! 🙂

Sei que o blog não tem essa quantidade de acessos, mas o apoio que tive no Diário de Um Homem de Ferro Cara de Pau ano passado foi muito bacana. Foi por conta deste apoio que resolvi começar um segundo diário, no que eu traria novamente um pouco da minha rotina (treino e vida paralela). Foram dois post apenas: um com o primeiro dia e outro do segundo ao nono!!

Do último post até este já passou 1 mês e 16 dias. Mais ou menos ali no meio desse período foi quando eu resolvi desistir de competir novamente na Big Island. Não que isso importe para muita gente (heheheh), mas acho que devia uma explicação para quem me acompanhou.

Antes de qualquer coisa, quero agradecer aos meus amigos, ao meu treinador Henrique Siqueira, à minha nutricionista Dianta Martincowski, à academia Unique Family Fitness, à BSB Tri Bikes, à Guga Studio de Revisões e, claro, à minha família.

Mas o motivo desse post é nobre. Já que eu não irei, venho pedir encarecidamente que apoiem as esquadras brasileiras que irão para o mundiais este ano (ITU, 70.3, Ironman e Xterra).

Vi diversos posts no Facebook de gente pedindo ajuda para ir para Hawaii, Áustria e Chicago. Quem puder ajudar, ajude, seja comprando uma rifa, dando um troco para a vaquinha (ou crowdfunding depois de ser atingida pelo raio gourmetizador).

Esses campeonatos mundiais trazem muita bagagem boa para os atletas e indiretamente ajudam a desenvolver o nosso esporte no nosso país.

Então, por favor, ajudem os triatletas brasileiros!

Análise de Potência da Primeira semana do Tour de France

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Por: Fernando “Flecha”

Estágio 1 (Prólogo) Utrecht – Utrecht 13.8km –  Luke Durbridge (Team Orica GreenEDGE)

primeira

  • No contrarrelógio inicial de 13.8km do Tour de France de 2015, Luke Durbridge manteve uma potência média de 445 watts.
  • Seu Índice de Variabilidade (IF) beirou a perfeição batendo em 1.01.
  • Por singelos 15 minutos, Durbridge manteve uma média de 103rpm e 50.9km/h.
  • Durbridge chegou 45s depois do 1ª colocado e com 51km/h de média ficou na 32ª colocação.

Estágio 2 Utrecht – Zelande 166km – Luke Rowe (Team Sky)

segunda

  • Estágio com distância de 166km, Rowe obteve uma potência média de 236 watts e 43.7km/h.
  • Sua potência pico de 20 minutos foi de 356 watts e durante essa cavalice sua cadência média foi de 89rpm e velocidade média de 48.1km/h.
  • Rowe pulverizou 3237 calorias durante esse estágio.
  • Detalhe importante: Seu IF de 0.74, que segundo a classificação entraria como recovery ride. Abaixo do L1. CREDO!!!

Estágio 3 Anvers – Huy 159km – Luke Rowe (Team Sky)

terceira

  • Durante o estágio com distância de 159km, Rowe foi capaz de manter a potência média de 229 watts, ou 3.12w/kg.
  • Após quase 3hs de prova, Rowe produziu 314 watts por quase 5 minutos durante o tempo que puxou o pelotão na escalada do Mur de Huy.
  • Incrivelmente, essa não foi sua potência pico de 5 minutos. Rowe manteve 392 watts na parte plana após a subida do Cote de Bohissau.

Estágio 4 Seraing – Cambrai 223km  – Luke Rowe (Team Sky)

quarta

  • Após 170km de prova, a potência pico de 20 minutos de Rowe foi de 323 watts, ou 4.39w/kg.
  • Esse foi o estágio mais longo do Tour e Rowe ferveu 4217 calorias após 5 horas e 30minutos.
  • Após os paralelepípedos, Rowe obteve 39.9km/hde média e sua velocidade máxima foi de 70km/h.

Stage 6 Abbeville – Le Havre 191km – Luke Durbridge (Team Orica GreenEDGE)

sexto

  • Na primeira parte do estágio, a potência normalizada de Durbridge’s  foi 232 watts. E chegou a 306 watts na segunda metade.
  • Durante a montanha final, com média de 6.4% de inclinação, Durbridge amassou 331 watts durante 3 minutos.
  • Durbridge teve um VI nessa etapa de 1.45, mostrando que o pelotão alternou momentos de puro inferno com paradas longas para tirar água do joelho.

Estágio 9 Vannes – Plumelec 28km – Luke Rowe (Team Sky)

nono

  • Durante os 28km de contra relógio por equipe, Rowe estabeleceu uma média de 338 watts.
  • Rowe obteve uma cadência média de  92rpm e velocidade média de 46.1km/h com velocidade máxima de 81.3km/h.
  • Em apenas 30 minutos, Rowe incinerou 724 calorias.

Fonte: http://home.trainingpeaks.com/blog