Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau – Número 0

choro

Sem choro, por favor! 🙂

Sei que o blog não tem essa quantidade de acessos, mas o apoio que tive no Diário de Um Homem de Ferro Cara de Pau ano passado foi muito bacana. Foi por conta deste apoio que resolvi começar um segundo diário, no que eu traria novamente um pouco da minha rotina (treino e vida paralela). Foram dois post apenas: um com o primeiro dia e outro do segundo ao nono!!

Do último post até este já passou 1 mês e 16 dias. Mais ou menos ali no meio desse período foi quando eu resolvi desistir de competir novamente na Big Island. Não que isso importe para muita gente (heheheh), mas acho que devia uma explicação para quem me acompanhou.

Antes de qualquer coisa, quero agradecer aos meus amigos, ao meu treinador Henrique Siqueira, à minha nutricionista Dianta Martincowski, à academia Unique Family Fitness, à BSB Tri Bikes, à Guga Studio de Revisões e, claro, à minha família.

Mas o motivo desse post é nobre. Já que eu não irei, venho pedir encarecidamente que apoiem as esquadras brasileiras que irão para o mundiais este ano (ITU, 70.3, Ironman e Xterra).

Vi diversos posts no Facebook de gente pedindo ajuda para ir para Hawaii, Áustria e Chicago. Quem puder ajudar, ajude, seja comprando uma rifa, dando um troco para a vaquinha (ou crowdfunding depois de ser atingida pelo raio gourmetizador).

Esses campeonatos mundiais trazem muita bagagem boa para os atletas e indiretamente ajudam a desenvolver o nosso esporte no nosso país.

Então, por favor, ajudem os triatletas brasileiros!

Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau – O Retorno. Dia #1

I´m back

Voltei…

• …com o diário, afinal tenho um Ironman em outubro. Mais precisamente dia 10 de outubro. Quem acompanhou o primeiro sabe para onde irei. Quem não acompanhou clique aqui.

• … a treinar. Fiquei parado quase que completamente desde o dia 1º de maio. De lá para cá treinei nas horas que conseguia. No worries, só felicidade. O motivo é que agora sou papai. Assim, meu desafio agora é ainda maior: além de ter de conciliar trabalho, treino e vida de casado, agora terei uma princesinha para cuidar.

 

Ao diário.

Pior que começar é voltar. Digo isso já há algum tempo. O corpo está num estágio, mas a cabeça acha que ainda está forte. Por isso, tenho que tomar bastante cuidado nesse retorno. Fiz apenas um dos treinos do dia. Era para pedalar e correr. Como estava há um mês (e 8 dias, mas quem está contando) sem subir na bike, preferi começar por esta modalidade. Nesse período sabático, ainda dei umas corridinhas e umas braçadas, mas nada com muito vigor – a falta de horas de sono não deixavam que o corpo saísse do modo de segurança.

O treino foi feito no Parque da Cidade. Comecei 12:15, peguei pouco transito, pouco vento e muito sol. A temperatura, entretanto, estava amena (outono). O treino consistia de uma volta de aquecimento, outra de educativos, uma terceira toda em marcha pesada, alguns tiros de marcha leve e um giro solto.

O Retorno

Esse foi o resumo da bagaça. Foi pouco, mas tenhamos calma. Esse é só o inicio. É bom estar de volta!

 

Conto com o apoio:

HENRIQUE SIQUEIRA SPORTS

DIANA MARTICOWSKI NUTRICIONISTA

unique

VENTUM ONE PROJECT

Ventum Logo

Ventum Logo

Há dois meses publicamos um post sobre a Ventum ONE. Pouco se sabia sobre a marca. Só sabíamos que se tratava de um projeto ousado e que a Leanda Cave seria uma das principais atletas do time.

O pouco que sabíamos era por conta das fotos e da publicação da Lava Magazine.

Ventum ONE

Ventum ONE

Bem! Como quem tem amigos tem tudo, o meu amigo e oráculo Rômulo Nogueira conseguiu com que o Neville Merha  respondesse à algumas perguntas sobre a marca e o projeto da Ventum ONE. E ficou muito legal!

As respostas dão uma noção da complexidade que é criar um projeto do zero e, principalmente, do comprometimento da equipe do projeto em criar um produto que realmente tenha qualidade e velocidade.

Quem estiver curioso sobre o projeto, curta o a página deles no Facebook.

Leanda Cave Ventum

Leanda Cave Ventum

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Ah! A estreia da bike em provas promete um futuro auspicioso, Leanda Cave venceu o Las Olas Tri 2015, em Fort Lauderdale.

Em nome de todos do BSBR, agradeço ao Rômulo pela ponte e ao Neville pela disponibilidade.

Então, vamos às perguntas e respostas.

RN: Rômulo Nogueira

NM:Neville Merha

RN: Como e de onde veio a ideia de criar a Ventum? Qual é a experiência com bicicletas (como fabricante ou mesmo como atletas) dos criadores da marca?

 NM: Os co-fundadores, James (Jimmy) Seear e Peter Seear lideram os departamentos de engenharia e design técnico da Ventum. O Jimmy é um Triatleta Profissional Australiano e ex número 1 do mundo Sub-23. Enquanto isso, Peter é homem de negócios experiente e um Engenheiro Mecânico com criações que conquistaram recordes mundiais. Por anos, os dois fizeram experiências com o design e construção de bicicletas.

Isso começou como um hobby, mas depois que pegaram o jeito com o design e perceberam várias oportunidades para ganhar tempo e reduzir o arrasto, aí eles começaram a levar isso mais a sério.

 Nós também solicitamos a ajuda de engenheiros especialistas em engenharia aerodinâmica e estrutural. Após um longo processo de design e de ter feito alguns protótipos a mão na Austrália, nós fomos para o túnel de vento. Nós sabíamos que estávamos a caminho de algo grandioso quando vimos os resultados.

RN: Hotta, Lotus, Slingshot,Cheeta e mesmo a Pinarello (no Tour France de 1996) são marcas que marcaram a história com design arrojado e eficiente (sem downtube) tanto no ciclismo quanto no triatlo. Vocês realmente estavam com a inspiração aflorada e fugiram dos burocratas da UCI?      

 NM: Nós nos dedicamos a fazer a bicicleta de triathlon mais rápida do mundo. Sabíamos que se pudéssemos fazer isso, então nós teríamos um mercado entre atletas que participam de competições em que o vácuo é proibido. Esses eventos geralmente não são regulamentados pela UCI, por isso, não era preciso nos restringir com as limitações de design da UCI.

Então, nós começamos por revisar todos os tipos design de bicicletas antigas (antes das proibições impostas pela UCI), incluindo aquelas que você mencionou. Nós rascunhamos várias ideias e então começamos a discutir o que funcionava e o que não funcionava – isso tanto no lado da aerodinâmica quanto no estrutural. Uma grande bicicleta tem que ser tanto rápida quanto rígida!

Logo que começamos a ter uma noção da direção a seguir, começamos a desenhar o quadro no CAD (software de design). Submetemos o projeto ao CFD (software que analisa a dinâmica de fluídos – ar é um fluído para quem faltou a aula de ciências) e FEA (software que prediz – com base nos dados informados – como que o projeto se comportará ao ser submetido a calor, vibração, stress e demais forças da física) para refinar o design inicial. Finalmente, depois de todas as simulações, chegamos a um design com o qual ficamos felizes, e começamos a construir o primeiro protótipo.

Após as simulações, começamos os testes com os medidores de tensão até as falhas começarem a aparecer nos pontos fracos do quadro. É difícil construir algo com suas mãos só para quebrá-lo de propósito. Mas isso é uma parte importante do processo. Com os dados dos testes estruturais em mãos, começamos a aprimorar o design e então construímos mais um protótipo. Esse quadro foi testado na estrada para saber como a bicicleta se comportava. Esse quadro também foi testado no túnel de vento e nos deu ótimos resultados.

RN: Tendo em mente uma ideia e um projeto, qual foi o maior desafio no design da Ventum?

 NM: A parte mais difícil foi balancear nosso desejo de chegar ao mercado com nosso desejo de fazer a melhor bicicleta possível. Por um lado, nos tivemos um enorme interesse na bicicleta, tanto de amadores como de Profissionais. As pessoas estão perguntando “quando poderemos andar numa Ventum”? “Quando vai chegar às lojas”? “Já posso fazer um pré-pedido agora”? Naturalmente, nós queremos dizer “sim” e começar a vender logo. Ao mesmo tempo, estamos compromissados em construir a melhor bicicleta possivelmente imaginável. Sempre existe um pequeno ajuste que você pode fazer, ou uma maneira de melhorar um pouquinho.

RN: A Ventum vai ficar com apenas um modelo ou há a possibilidade de existirem outros modelos, incluindo ROAD?

 NM: Ótima pergunta! Essa é nossa primeira bicicleta; já estamos planejando construir e vender mais bicicletas nos próximos anos. Antes de fazer isso, temos de entregar uma primeira bike fenomenal. Temos feito afirmações ousadas e nos iremos entregar cada uma delas! Então, assim que nos estabelecermos com uma excelente reputação, poderemos começar a nos dedicar a futuros modelos. Afinal de contas, tem uma razão de esta primeira bicicleta ser chamada de Ventum “ONE”!

RN: Ao contratar grandes nomes da cena mundial, vocês conseguiram conquistar a atenção do mercado nos últimos meses. Como vocês veem o marketing no triatlo atualmente, e o que persiste? (Leanda Cave, Alicia Kaye e Kyle Buckhingham)

Kyle Buckingham Ventum

Kyle Buckingham Ventum

 NM: Nossos atletas profissionais estão envolvidos no marketing, mas essa é apenas parte do trabalho. Eles também testam a Ventum ONE e fornecem feedback para os times de design e de engenharia. O retorno deles já inspirou inúmeras melhorias no design da bicicleta. Quando os primeiros consumidores comprarem nossas bicicletas no decorrer desse ano, eles irão adquirir um produto que já foi testado por campeões mundiais e posto à prova nos percursos mais difíceis ao redor do mundo.

A grosso modo, nós reconhecemos que nosso mercado é extremamente inteirado sobre a indústria e produtos disponíveis. A comunidade do triatlo é muito esperta para comprar produtos simplesmente porque parece ser legal ou porque é utilizado por alguém famoso. Por isso, estamos tão focados em construir um excelente produto. Cada aspecto do nosso design é baseado em performance. O Mercado não se acomodará com menos.

RN: Existe a possibilidade da produção ser na Ásia em larga escala? Ou de existir um modelo mais acessível com a mesma inovação e design?

 NM: Desculpe, não posso responder questões sobre o processo de manufatura. Posso dizer que nosso quadro é verdadeiramente um monocoque (tipo de estrutura que suporta cargas através de sua superfície externa) e é construído em uma peça única (o que aumenta a rigidez, já que não tem emendas). Além disso, todos os nossos modelos estão sendo testados na União Europeia para garantir força e rigidez. Nós publicaremos os dados quando começarmos a vender as bicicletas. Nós estamos em vias de publicar as informações do túnel de vento, comparando os dados da nossa bicicleta com os dos principais líderes de mercados. Ainda não divulgamos os preços ainda.

RN: Como se dará a política de vendas e distribuição?

 NM: Nós ainda estamos definindo isso. Nós venderemos as bicicletas diretamente. Recebemos questionamentos sobre “pré-venda”, mas ainda não estamos aceitando ainda. Também formaremos parcerias com algumas lojas de bicicleta top ao redor do mundo para poder atender aos clientes Ventum.

RN: Finalmente, parabéns pela iniciativa! E quando veremos um atleta brasileiro em ação com uma Ventum ?!

 NM: Obrigado pelas perguntas e pela oportunidade para falar com o público brasileiro. Nós ainda não anunciamos nenhum atleta novo, mas vocês podem esperar por novos nomes este ano. Nesse meio tempo, desejamos tudo de bom para nossos amigos no Brasil e para quem for participar dos Campeonatos Latino Americano  no Ironman Florianópolis, dia 31 de maio.

Seguem as perguntas e respostas para quem souber falar inglês:

1) How and where did the idea of ​​creating Ventum?
2) What by experience in bike (manufacturing and even as an athlete) of the brand’s creators?

(combined answer to questions 1 and 2)

Co-founders, James (Jimmy) Seear and Peter Seear head up engineering and technical design of Ventum. Jimmy is an Australian Professional Triathlete and Former World Under 23 Number-1 while Peter is a seasoned businessman and mechanical engineer with world records lined up to his creations. Peter and Jimmy experimented with bike design and construction for years. It began as a hobby, but once they started to gain some momentum with the design and see many opportunities to save time and drag, they took it more seriously. We also enlisted the help of aerodynamic and structural engineering experts. After a lengthy design process and then hand laying some prototype frames in Australia we went to the wind tunnel. We knew we were onto something great when we saw the results.

3) Hotta, Lotus, Slingshot, Cheeta and even Pinarello (tour de france 1996) are brands that have historically bold design and efficiency (no downtube) in both cycling and triathlon. You really had the inspiration around and fled bureaucrats UCI?


We dedicated ourselves to building the world’s fastest triathlon bike, and we knew that if we could do that, then we would have a market among those who race in non-draft-legal events. Those events are typically not governed by UCI, so there was no need to limit ourselves to UCI-legal designs.

So, we started by reviewing all kinds of previous bike designs, including those that you mentioned. We sketched many ideas down and then we would discuss what worked and what didn’t — from an aerodynamic stand point as well as the structural side — a great bike has to be both fast and rigid. Once we started to get a general direction we continued to design the frame on CAD. We conducted CFD (computational fluid dynamics) and FEA (Finite Element Analysis) on the design to further refine the initial frame design. Finally, after all the simulations, we arrived at a design we were happy with, and we hand built the first prototype. It was then tested structurally with Strain Gauges until failure to show the weak points of the frame. It’s difficult to build something by hand, only to turnaround and break it on purpose, but it’s an important part of the process. Using the data from the structural testing, we tweaked the design further and then built another prototype. This frame was put through some road riding to get a feel for how the bike handled. It was also tested in the Wind Tunnel and gave us some great numbers.

4) Having in mind an idea and a project, what is the hardest part of the overall design of Ventum?

The most difficult part is balancing our desire to get to market with our desire to build the best bike possible. On one side, we have had huge interest in the bike, from pro’s and age-groupers alike. People are asking us when can we ride a Ventum One? When will it be in stores? Can I pre-order the bike now? Naturally, we want to say “yes” and start selling bikes. At the same time, we are committed to building the best bike imaginable. And there is always some little adjustment you can make, or way that you can improve the bike slightly.

5) Ventum will stop only on one model or there is a possibility of more models of paintings, including Road?

Great question. This is our first bike; we are already planning to build and sell more bikes in the years ahead. Before we can do that, we have to deliver a phenomenal first bike. We have made many bold claims, and we will deliver on all of them. Then, once we have established a reputation for excellence, we can build on that with future models. After all, there is a reason it is called the Ventum “ONE”!

6) Hiring big names from the world scene, you really caught the attention of the market in recent months. How do you see the marketing in triathlon today, and what remains?

Our professional triathletes are involved in marketing, but that’s only part of their job. They also test the Ventum One and provide feedback to the design team and engineers. The feedback from our athletes has already inspired numerous improvements to our bike design. By the time a regular customer buys one of our bikes later this year, they will be buying a bike that has already been tested by world champions and proven on some of the toughest courses around the world.

More generally speaking, we recognize that our market is extremely knowledgeable about the industry and all of the products available to them. The triathlon community is too smart to buy a product simply because it looks cool, or it is used by someone famous. That’s why we are focused so intently on building a great product. Every aspect of our design is based on performance. The market won’t settle for less.

Sorry, I can’t answer questions about our manufacturing processes. I can say that our frame is a true monocoque frame and that it is constructed as one piece. Furthermore, all of our models are being EU tested to ensure strength and rigidity. We will publish that data when we start selling bikes. We are also in the process of publishing wind tunnel data comparing our bike to some of the current market leaders. We have not announced any pricing yet.

7) How will the sales and distribution policy?

We’re still figuring that out. We will sell bikes directly. We’ve had questions about pre-orders, but we’re not accepting any just yet. We will also partner with some of the top bike stores around the world that cater to the Ventum customer.

8) Finally, congratulations for the initiative, and when we see Brazil as a ventum athlete in action with the bike!

Thanks for the great questions and the opportunity to speak to your audience in Brazil. We haven’t announced any new athlete signings yet, but you can expect to see more this year. In the meantime, we wish all the best to our friends in Brazil, and to those racing in Florianopolis on May 31 at the IRONMAN Latin American Championship.

Brasília Ironman 70.3 – Latin America Championship

Logo Ironman Brasília  Latin American Championsip

(Caaaaraaaaca moleque!) Eu queria traçar um perfil dos atletas profissionais que vão competir no Ironman 70.3 Brasília este final de semana. Queria…

Esse ano estamos com uma situação que tornou minha intenção em algo simplesmente impossível (com minha carga de trabalho atual). 54 atletas! Sendo 37 homens e 17 mulheres.

Tive a ideia de escrever este post e estava a elencar as principais conquistas e os principais atletas ( ex.: Campeão Mundial de Kona – Craig Alexander e Pete Jacobs – não, esses dois não estão na start list da prova de domingo. Este foi apenas um exemplo). Mas, além de não saber todas as conquistas de todos e todas que largarão dia 5 (eu iria cometer alguma injustiça), o esporte é muito mais do que currículo. Porém, é claro que o histórico dos atletas nos ajuda a ter uma ideia dos possíveis resultados.

Assim deixo minhas palavras sobre o que espero das provas feminina e masculina.

Feminina: imagino uma prova bem disputada do inicio ao fim. Na água, vão sair quase todas juntas.  Uma ou outra gringa deve sair na frente e vão pedalar sozinhas. Um grupo de umas cinco ou seis atletas deve sair junto da água e vão formar um pack e vão trabalhar juntas no pedal (cuidado com o vácuo meninas).  Mesmo assim, o dia não acabou para quem sair mais atrás da água. Essas, irão martelar e eventualmente buscar o segundo grupo da metade para o fim do pedal e irão sair para correr juntas (grupo dois e três).  Na corrida vamos ver se a vantagem das que saíram escapadas da água e mantiveram a distância no pedal vai ser suficiente, se quem pedalou em grupo vai conseguir manter um passo consistente para buscar as ponteiras, ou se quem veio de trás vai ter forças para amassar todo mundo na corrida.

Masculina: vai ser quase um triatlo olímpico sem vácuo, tipo Internacional de Santos. Não digo nas distâncias (claro, né?), mas no ritmo. Vai ser alucinante. Dificilmente quem sair atrás da água vai conseguir um resultado bom (top5). Imagino um grupo grande saindo da água juntos. Provavelmente com o Chicão puxando a esteira. No pedal, deve rolar ataque em cima de ataque. Quem perder o bonde num desses, dificilmente vai conseguir tirar a diferença com os pés no chão. Devem chegar uns dois três atletas à T2 “escapados”, dentre eles o vencedor da prova. Um minuto atrás o segundo pack, bem maior, com uns 10 atletas. O top 5 deverá ser formado por atletas desses dois grupos. Alguns desses grupos irão sucumbir na corrida por conta da força que fizeram no pedal e nos primeiros passos, e terminando lá atrás ou abandonando. O vencedor pode surpreender muita gente.

Para brincar (e apenas para isso) mande um email para 03bsbr@gmail.com com seu top 5 feminino e masculino. Vamos ver quem tem a melhor bola de cristal!

Os meus chutes (sem base científica):

TOP 5 Feminino

HELLE FREDERIKSEN
SOFIE GOOS
ARIANE MONTICELI
RACHEL JOYCE
VANESSA GIANINNI

TOP 5 MASCULINO

TIM DON
IGOR AMORELLI
HENRIQUE SIQUEIRA
SANTIAGO ASCENÇO
MARIO DE ELIAS

<3<3<3 <3ATHLON – Resultado da promoção

BSBR Triatlo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como prometido ontem, hoje é o dia de anunciar o ganhador ou ganhadora da promoção!

Quem não ganhou hoje, não desanime. Faremos em breve novas promoções.

Lembrando que a promoção era para comemorar o encerramento do Diário de um Homem de Ferro Cara de Pau e celebrar meu resultado no Ironman Fortaleza.

Eu ia escrever um texto aqui sobre o que é ser triatleta amador, sobre Ironman e tudo mais. Só que um dos participantes da promoção, o Chrystian de Arruda Silva, de Caruaru, se adiantou e fez melhor do que eu faria. Então, reproduzo aqui o texto que ele nos enviou por email.

Objetivo de estar no Ironman Brasil : Ser o  SUPER HEROI do meu filho, Marcos Vinicius.
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Coluna 3AM Número 2

Continue a nadar

Flutuação. Base de tudo

flutuação

Aprendeu a gostar de natação? Duathlon são legais…

A base de uma natação razoável está sobre uma boa flutuação. Por que razoável? Porque existem outros fatores (força, sensibilidade, técnica, hidrodinâmica, capacidade cardiovascular etc) que, quando associados a uma boa flutuação, irão fazer você nadar bem.

Conversando com um dos melhores treinadores de natação em Brasília (e grande amigo meu), o Renato Yoshihara,  ele disse: “A flutuação é uma virtude que poucos desenvolvem com rapidez devido ao posicionamento da cabeça no nado crawl. Nota-se que muitos nadadores viciaram em mexer a cabeça enquanto nadam. Ocorre, principalmente com aqueles que optam por provas de águas abertas, uma vez que necessitam mover mais a cabeça para frente para uma melhor navegação”.

Movimentar sua cabeça para frente faz seu quadril e pernas afundarem. Aumentando a área frontal e a resitência da água.
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It´s only fair!*

Acabei de ver na página do Facebook da Challenge Familly um negócio bem interessante: eles aumentaram a distância mínima que um atleta deverá manter da roda de trás de outro atleta na prova do Bahrain. Agora é de 20 metros!!! Para você ter uma ideia, em Kona é de apenas 12. Por hora, isso será apenas entre os profissionais, afinal, a bolsa de premiação para é bem alta :US$500.000,00!!

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